Arquivo de Eventos

17.11.2015

50 lançamentos de livros na Fliporto

Em quatro dias de programação, a Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto) recebeu vários escritores…
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13.11.2015

Confira a programação deste final de semana na Feira do Livro

O final de semana chega cheio de atrações na Feira Internacional do Livro de Pernambuco….
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12.11.2015

Lançamentos de livros nesta quinta e sexta, na Feira do Livro

A Feira Internacional do Livro de Pernambuco já começa com uma programação repleta de debates,…
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10.11.2015

6ª. Feira Internacional do Livro de Pernambuco começa nesta quinta-feira, 12

A Feira Internacional do Livro de Pernambuco, que completa seis anos de realização ao lado…
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15.08.2015

Antônio Vilaça e Marcos Vinicios Vilaça são os homenageados em Limoeiro

Membro da Academia Brasileira de Letras (cadeira 26), sócio correspondente da Academia das Ciências de…
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Antônio Vilaça e Marcos Vinicios Vilaça são os homenageados em Limoeiro

Membro da Academia Brasileira de Letras (cadeira 26), sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa (Câmara de Letras), Membro da Academia Pernambucana de Letras, Membro da Academia Brasiliense de Letras (Cadeira 1) e do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco. Fundador da Academia dos Novos, em Limoeiro. A lista de títulos, honrarias, atividades e obras é extensa, preencheria esta revista inteira. Mas o que interessa de fato, neste mês de agosto de 2015, é que Marcos Vinicios Vilaça é um dos homenageados da I Bienal do Livro de Limoeiro.

Divide a honraria com o pai, professor Antônio Vilaça, que se estivesse vivo teria ompletado 101 anos. Pai e filho, juntos, sendo lembrados na cidade onde passaram grande parte da vida. Nenhum dos dois nasceu em Limoeiro. O pai era natural de Lajedo; o filho, de Nazaré da Mata. Mas foi em Limoeiro que fizeram história. Fatos guardados na memória do imortal Vilaça.

“A ideia de fazer a Bienal do Livro de Limoeiro é algo que conforta muito, por fazer a cidade manter os vínculos com o patrimônio, com a educação e a cultura. Não podemos esquecer que o Ginásio de Limoeiro foi um dos primeiros do Agreste pernambucano. E se a gente quiser voltar no tempo, veremos que a Gazeta de Limoeiro foi um jornal que também tinha essa marca de antecipação na região. Logo, há o que se recordar e o que se fazer por uma Bienal do Livro”, afirma Marcos Vilaça, relembrando parte da história do município.

Autor de dezenas de livros – entre eles o definitivo Coronel, Coronéis, Apogeu e Declínio do Coronelismo no Nordeste, lançado em 1965, mas cuja última reedição atualizada data de 2003 – o escritor defende eventos a exemplo da Bienal como fundamentais para o incentivo da leitura. “É importante no sentido de que nós precisamos de leitores. E não há nada que faça mais leitor do que o livro, por isso é tão importante o acesso ao livro. A gente nunca sabe o que vem primeiro se o livro ou o leitor. Então temos que fazer as duas coisas: escrever e incentivar a leitura. Por isso, a ideia da bienal é excelente”, analisa o autor.

O resgate da obra paterna é visto também com grande satisfação. “Aceito com muita alegria as gentilezas que Limoeiro oferece. E quanto ao homenageado, sou suspeito pra falar”, brinca Vilaça, em depoimento no vídeo gravado diretamente de uma das salas de reunião da belíssima sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio, onde reside. “Quero aproveitar a ocasião para convidar as pessoas da cidade e da região a comparecerem, participarem das palestras, enfim, de tudo aquilo que esteja envolvido pela Bienal”, encerra.